terça-feira, 13 de julho de 2010

Qual teu medo?

Você tem medo do meu ritmo? Tem medo que eu não te acompanhe?
Tem medo de me abandonar? Tem medo de ser deixado?
Tem medo da minha mentalidade? Tem medo da tua brutalidade?
Quando eu conseguirei entender?

É tudo uma desculpa pra não dizer que não me quer, que talvez não me suporte?

que talvez não queira me ouvir falar, que talvez o coração bata forte...
quando me vê chegando, ou quando eu digo que não quero mais.

Talvez tudo se resuma a um navio que demora pra deixar o cais.


O teu ego te deixa com a aparência desagradável.

Ainda bem, assim não te sonho comigo mais do que o necessário ou permitido.
Quando você sussurra ao meu ouvido, ou quando te faço querido...
Tudo me deixa presa, mas você insiste em desprender, em desamarrar, em abrir um abismo incrível.

O que me mata é a vontade de te matar.

É aceitar que vejo você quando resolvo acordar.

O que me mata é não entender que papel tem você

nessa minha historia mal vivida. É tentar encontrar a saída, e encontrar mais uma vida... de desamores.

Amor, deixa a vida te levar. Acorda, amor.

Ninguém morre de paixão.

Que aflição, amor. Viva...

Viva a liberdade. Viva o coração, viva a tensão e o tesão.

Não encare um aloha como um Ich Liebe Dich.

Não é porque te chamo de amor nesses versos que você deve ficar triste.

Ai, amor, calma, calma. Não fica assim.
Reggina Caeiro

"Boa noite, Lampida...
Boa noite, Mary Posis...
Permita-me oscular-lhe a tua face."

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