Você me ensina.
Me fala sobre vivências que eu nunca experimentei.
Me fala sobre arte, aquilo que eu nunca dominei.
E vou me impressionando com as expressões que acabam por tuas subordinadas.
Um singelo conforto me sequestra nesses momentos.
O porquê eu não entendo, mas aproveito.
São tão poucos. Preciso captá-los rapidamente antes que desvaneçam.
Você põe pra tocar aquela música que me ensinou a gostar.
E mais tarde por um toque de estupidez, fico a me perguntar por que com ela vivo a sonhar.
Santa ingenuidade, Reggina.
As manias, preferências e peculiaridades vivem a me atormentar.
Perturbam o meu sono, e ornam a minha mente durante a alvorada.
"De dia eu faço graça, pra não dar bandeira não deixo você ver...".
É, Simona... Mas "de noite, na cama eu fico pensando...".
Reggina Caeiro

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