Ele ainda me revolta depois de tanto tempo.
O beijo ainda é o mesmo.
Pro toque não há explicação.
Nem motivos.
Ele pensa ser querido.
Pra cada olhar tenho um rebote,
E pra cada maledicência, sou toda ouvidos.
E é essa a raiz da revolta.
Revolução renasceu revirando rendas e retificando reticências.
Pensei petrificar-me pelo pensamento peticioso de pena.
Sinto o silêncio singular. Minha singela simpatia.
Corro conhecendo corpos e corvos, corações e companhia.
É essa minha revolta. É nao saber o que fazer com a presença dele.
.Reggina Caeiro.


1 comentários:
Intriga, intrigante que inebria inéditas ilusões.
R. Montecchio
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