terça-feira, 15 de junho de 2010

Revolution


Ele ainda me revolta depois de tanto tempo.

O beijo ainda é o mesmo.
Pro toque não há explicação.
Nem motivos.

Ele pensa ser querido.
Pra cada olhar tenho um rebote,
E pra cada maledicência, sou toda ouvidos.

E é essa a raiz da revolta.


Revolução renasceu revirando rendas e retificando reticências.
Pensei petrificar-me pelo pensamento peticioso de pena.
Sinto o silêncio singular. Minha singela simpatia.
Corro conhecendo corpos e corvos, corações e companhia.

É essa minha revolta. É nao saber o que fazer com a presença dele.


.Reggina Caeiro.

1 comentários:

Anônimo disse...

Intriga, intrigante que inebria inéditas ilusões.

R. Montecchio

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