Dois corpos que, instintivamente, se atraem.
Duas mentes que, deliciosamente, se distraem.
Não há um só dia desde sua chegada que eu não diga que sua
presença seria de um agrado infindável.
Tuas mãos inquietas, ironicamente, acalmam minha juventude,
e é como se estivéssemos no infinito, numa galáxia privativa e única.
Sabendo que você está, posso render-me aos meus desejos e
sua presença me faz serena, mas quando não, os minutos parecem regressivos, o
sol não se move e o seu se torna o mais distante amor.
Reggina Caeiro (Novembro 2012)

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