Parece que tudo nos conduzia um ao outro. Mas resistimos bravamente.
As palavras se misturavam ao cheiro de cigarro e se desmanchavam na fumaça que saia pela boca...
O som da guitarra soava ainda mais como tentação. Por que resistir?
Nos entregamos então ao último beijo. Depois de tantos outros, aquele foi mesmo o último.
E a noite se despedia ao som do rangido da rede, enquanto nos despedíamos com frases embriagadas ao pé do ouvido...
Mais uma madrugada, uma noite virada. Terá sido a última?
Espero não sentir falta.
Luciana


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