terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A primeira vez que te vi bocejar

Tinhas no corpo cansaço evidente e na mente fadiga tamanha quando abriu-se numa expressão sem pudores, sem receio, confortável... Numa bela careta, podemos dizer, te flagrei.
Na primeira vez que te vi bocejar me pus também sem pudores, sem receio e confortável.
Ali éramos dois, há pouco desconhecidos, mas, aqui, era grande e próximo amor.
Doído e belo amor.
Delicioso e cada vez mais tocável.

Reggina 29/12/12

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