Quanta saudade!
Sinto tanta vontade de você.
Vontade de tudo com você.
Saudade do seu peito colado no meu corpo, da sua boca insistindo em me morder forte.
O teu jeito agitado...
Quase te sinto aqui, amor.
Você é quase real quando, cheia de desejo, fecho os olhos.
Deitada nua nesta cama queria sentir o peso do teu corpo, sua respiração no meu ouvido e suas mãos grandes procurando meu prazer.
Ah, essas mãos grandes...
Flagro-me lembrando de como elas sabem me tocar.
Um jeito marcante, independentemente da força aplicada.
Mas claro que me deixa com calor quando penso nelas apertando minha cintura e arriscando um pouquinho de dor em locais estratégicos.
Chego a soltar um gemido baixinho quando me vem à mente o modo com que movimenta meu corpo e me coloca na posição que quer e quando, entorpecido de prazer, me levanta no ar e rodopiamos pelo quarto.
Numa onda de satisfação estamos nós, grudados um no outro, rindo de nada e desejando que as horas se prolonguem.
Amor, por que tinha de ser tão bom estar com você?
Se ao menos você não soubesse o jeito certo de me amar, esquecer tudo e aceitar o seu não querer seria menos difícil.
Mas, meu bem, você também não pode negar essa coisa boa.
Eu sei disso! Eu te vejo assim!
Infelizmente me parece que é só o que tenho a te oferecer, o que não é suficiente para te manter aqui.
Se ao menos você não soubesse o jeito certo de me amar...
Reggina 1/1/13
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
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