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Sim,
Eu ainda vivo assim
Nessa bagunça, nessa estupidez
Como pode tamanha insensatez?
Não quero entender
Não quero me livrar
Disso que me traga e me estraga
Que me consome, me devora
Me envolve e me apavora
Eu finjo que tento fugir
Não queria sair
É uma loucura, que tortura!
Eu desobedeço à razão
Distraio o coração
Quanto mais eu fujo mais eu me aproximo
Quanto mais me entrego mais me afundo
Nesse vão de ilusão
Que me faz flutuar, me vicia
Que é tão mais forte que eu
Tira a minha paz, e o resto tanto faz
Fico à mercê
Preciso me livrar
Desse maldito vício que eu amo:
Você.
Caprio
Luciana Bratcho
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