terça-feira, 26 de outubro de 2010

Carta a um Homem

Esta carta é pra um homem. Um homem atraente, e irreverente.
Esta carta é pra um homem que voltou, que me fez bem novamente.
Esta carta é pra alguém que secou a chuva e a lama dos meus sapatos; é pra um homem que me fez achar graça em nada, porque o muito em nada acrescenta. O muito se transforma para muitos.
Esta carta é para um homem que transformou meu corpo numa morada de borboletas que levantam voo várias vezes no dia me fazendo cócegas e me inspirando poesia.
Esta carta é pra aquele homem com a boca cheia de palavras e os braços cheios de gestos, e que dos gestos me agradam os abraços e das palavras o hálito de exaspero. Por que me agrada o exaspero?
Nem eu me respondo. Só me agrada e pronto.
Esta carta é talvez o único conjunto completo de palavras que saíram depois de seu regresso e esse conjunto é pra um homem sem igual. 

E significa tanto...
Amor, fervor, humor...
Mas ainda é tão pouco...
Amostra, aposta, proposta...

É amor. E precisa de explicação?
É fervor, é paixão. Então deixe pro de cima o coração. 
E é humor. São piadas e tiradas que me escorregam pra sempre mais risadas e gargalhadas.
Esta carta é uma amostra do resultado da aposta a respeito de uma certa proposta...

FELICIDADE...

Finalmente, a simples carta: 

Amo-te como a mim.
E como de mim, cuido de ti.
Da sua alegria sai o meu riso.
E do seu riso, o meu contentamento.
Confesso-te, humilde, adorar
esse seu viver, seu respirar.
E, homem, junto a mim nunca houve
pessoa a quem eu pudesse tanto amar.

Reggina Caeiro

1 comentários:

Anônimo disse...

Mano você é MUITO FODA!
Sua amiga e admiradora de sempre...R.M

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