Nos deitamos...
Agora nos beijamos tão deliciosamente quanto nunca.
Agora eu não me contenho e beijo todo o seu corpo já nu.
Agora limpo o cantinho da boca.
Agora me deito e você me vem por cima.
Agora sinto suas mordidas enquanto me tira o que resta de roupa.
Agora você percebe que estou de vermelho, a sua cor preferida.
Agora você se esquece das cores porque já não as vê em nenhum lugar.
E agora eu sinto seu golpe molhado e macio.
Agora meu quadril parece levitar.
Agora eu peço que você troque de golpe.
E agora eu sinto o golpe rígido e fico sem fôlego.
Agora eu perco o resto da vergonha e não me chamo Reggina, agora sou concubina.
Agora...
Agora...
Que calor.
Agora entramos num ritmo incrível e nosso.
Agora, de cabeça pra baixo, você me diz, sem dizer, que chegou ao “topo”.
Parece que foi tão rápido... e agora é a minha vez.
Agora foi a minha vez, agora ainda é a minha vez. Ainda estou no “topo”!
Cheguei rápido, e ainda não saí dele!
E agora você ainda está aqui e me segura num abraço enquanto meu corpo desaba.
Agora, por mais que eu peça pra cessar você não para de me entreter.
E agora, me excita tanto, que chega a minha vez novamente. Ah... o “topo”.
Agora eu durmo.
Agora você me abraça.
Agora você me acorda pra chegarmos no “topo” mais uma vez.
Reggina Caeiro
06/02/11

